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Ciclo de Conferências “Siglo XXI - Mujeres y Diversidades” retoma as sessões em 11 de agosto com tema sobre Políticas Públicas e Cuidado
Evento internacional, online e gratuito, de periodicidade mensal, teve início em maio de 2026 e retorna após recesso em julho, com sessões até dezembro deste ano.
Observatório Caleidoscópio participa de Seminário Nacional da SBHC - Sociedade Brasileira de História da Ciência, com coordenação de Simpósio Temático
O ST 29 - “Matildas, até quando? Mulheres, gênero e interseccionalidades na história das ciências” aprofundou redes de pesquisa e ensino pela equidade de gênero em diferentes campos disciplinares.
Elza Berquó (1925-2026), feminista, demógrafa pioneira e fundadora do Nepo - Núcleo de Estudos de População da Unicamp
Professora emérita da USP, Elza Berquó introduziu a Demografia a serviço da transformação social no país, com foco na saúde reprodutiva e atuação interdisciplinar.
Maria Carolina Monard e suas discípulas: linhagens da Inteligência Artificial no Brasil
Pioneira em aprendizado de máquina, Monard iniciou as pesquisas em IA na USP-São Carlos e é responsável por cinco gerações de cientistas da computação.
Participação em eventos, formação, ensino e comunicação marcam ações da Coordenação Sul-Sudeste no segundo semestre de 2025
A atuação da equipe da Coordenação Sul/Sudeste do Observatório do INCT Caleidoscópio deu continuidade e expandiu, para além do território nacional, ações e o diálogo sobre as pesquisas em andamento no 2° Semestre de 2025. Atividades em rede entre nucleadas, como o III Seminário do Observatório Caleidoscópio, teve a participação de pesquisadoras de várias regiões do país e, até, de […]
Doutora e quilombola: Maíra Rodrigues da Silva transforma as geociências com perspectiva das comunidades tradicionais
Com mestrado e doutorado em geociências pela Unicamp, Maíra Rodrigues da Silva é proveniente do Quilombo Ivaporunduva, no Vale do Ribeira-SP, e atua em pesquisas sobre contaminação ambiental, mudanças climáticas e biodiversidade de forma pluriepistêmica.
Gênero e produtividade científica na Química: análise sobre a distribuição de Bolsas de Produtividade em Pesquisa (2014-2023)
Análise de Demanda e Atendimento de bolsas Produtividade (PQ-CNPq) na área da Química revela desigualdades de sexo, cor/raça e região que vão além da taxa de aprovação das solicitações. O baixo número de propostas demandadas chama atenção dentre os grupos minoritários, apontando para a necessidade de políticas públicas voltadas aos níveis iniciais de formação e de carreira que incentivem o desenvolvimento profissional em pesquisa.
Desigualdades na Oceanografia: mulheres são maioria no Doutorado, mas homens detém mais bolsas de Produtividade
A análise de títulos e concessão de bolsas de pesquisa na área da Oceanografia no Brasil, pertencente à grande área de Ciências Exatas e da Terra, apresenta um fenômeno semelhante ao que ocorre nas Ciências Biológicas e da Saúde. Embora as mulheres sejam maioria dentre as pessoas que obtiveram o título de Doutorado nos últimos 10 anos, os homens concentram 74,26% das bolsas de Produtividade (Pq-CNPq) no mesmo período.
Luiza Krau (1916-2020): pioneira em biologia marinha e monitoramento da poluição das águas
Luiza Krau foi uma das primeiras pesquisadoras do Instituto Oswaldo Cruz e a primeira com formação em História Natural. As que ingressaram na instituição antes dela eram médicas, farmacêuticas ou químicas industriais. Distanciando-se do caráter estritamente ligado à saúde pública, sua trajetória se destaca pela atenção aos aspectos biológicos do ecossistema aquático e tornou-se uma das pioneiras na atenção ao equilíbrio ecológico e controle ambiental no Brasil.
Carreiras: Ciências Biológicas e da Saúde (2015-2023)
Embora as mulheres sejam maioria (64,01%) dentre os detentores de Doutorado em Ciências Biológicas e da Saúde entre 2015 e 2020 - condição para obter bolsa Produtividade (Pq/CNPq) em 2023 -, elas detêm apenas 47,11% do benefício nesse ano e nessas grandes áreas.
